sábado, 18 de novembro de 2017

A morte de Joaquim Murtinho




Aos 63 anos, morre no Rio de Janeiro, em 18 de novembro de 1911, o senador Joaquim Murtinho, o político mais influente de Mato Grosso e um dos mais importantes do Brasil nas duas primeiras décadas da república. Nascido em Cuiabá em 7 de novembro de 1848, filho do baiano José Antonio Murtinho, governador da província de Mato Grosso (1868), estudou no Rio, onde formou-se em medicina e engenharia. Sua morte teve repercussão nacional, com a cobertura em todos os jornais do estado e do país:

Já íamos encerrar, hoje, pela madrugada, o serviço de nossa redação, quando fomos surpreendidos pela dolorosíssima notícia da morte do eminente senador Dr. Joaquim Murtinho. Esse fatal desenlace teve lugar a 1 1/2 da manhã, em Santa Tereza, na casa em que residia o notável homem de Estado.

A hora adiantadíssima em que foi conhecida a desoladora nova não nos permite mais que uma ligeira referência à vida e à obra do grande morto, decerto uma das mais salientes e luminosas figuras da política nacional.

Espírito de organizador, vigorosamente ativo, as suas crenças de bom republicano datavam ainda da monarquia, e, desde os primeiros dias da República ele veio ilustrando e fazendo prestigiado o seu nome por uma brilhante série de serviços de grande alcance prestados ao país.

Como parlamentar, a sua ação foi das mais fecundas; como cientista, o seu nome tem glórias que o fizeram reputar quase sem competidor entre nós. Médico e fisiologista prodigioso, era além disso engenheiro, absolutamente senhor das ciências positivas.

Mas onde sua personalidade avultava, num forte relevo de eminentes qualidades e méritos excepcionais era, sem dúvida, como estadista.

A sua vida de estadista iniciou-a como ministro da viação do governo de Manoel Vitorino, vindo depois continuá-la no governo Campos Sales, como ministro da Fazenda. Foi nesse posto que as circunstâncias de momento tornavam extremamente difícil, cercado de escolhos onde podiam irremediavelmente naufragar os créditos da nação, que ele executou o seu programa financeiro, ao qual se deve o restabelecimento do nosso bom nome no estrangeiro e o levantamento de nossas energias econômicas.

Tudo o que daí pra cá obtivemos no nosso progresso é uma consequência inegável da sua ação e da sua obra de governo.

Presidente da delegação brasileira ao Congresso Pan-Americano, que no ano passado se reuniu em Buenos Aires, senador por Mato Grosso, lente por concurso da Politécnica, parlamentar, estadista, homem de ciência, em qualquer desses ramos de atividade o homem eminente que acaba de morrer mostrou sempre que pertencia à ordem das individualidades de máxima grandeza intelectual e moral e prestou ao Brasil os mais assinalados serviços.

O seu desaparecimento cobre de luto a Nação
.

O enterro de Joaquim Murtinho deu-se no dia 20 de novembro no cemitério São João Batista.


FONTE: O Paiz (RJ), 19 de novembro de 1911


FOTO: Diário da Manhã, 21 de novembro de 1911.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Iniciada a estrada de ferro para Mato Grosso



Projetada a princípio para ligar Bauru a Cuiabá, mudando em seguida para o atual trajeto, era iniciada em Bauru, em 15 de novembro de 1905, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, com o assentamento dos trilhos em território paulista. Em setembro do ano seguinte eram abertos ao tráfego “os primeiros 92 quilômetros, com a presença de altas autoridades, recebendo a última estação do percurso, o nome de Lauro Müller, ministro da Viação, que presidira a solenidade. A 13 de maio de 1910 todo o trecho até Itapura , na margem esquerda do Tietê, próximo à desembocadura do Paraná, estava concluído".

Em 1908 foi iniciado o trecho no Sul de Mato Grosso, com duas frentes de trabalho: uma começando em Itapura e outra em Porto Esperança. Em 1914 a obra foi entregue ao tráfego, com o encontro das duas frentes em Campo Grande no dia 31 de agosto.


FONTE: Lécio G. de Souza, História de Corumbá, edição do autor, Corumbá, sd., página 104 


FOTO: Primeira estação da ferrovia em Baurú, acervo do jornal Noroeste, ferrovia da integração, de Bauru.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Rondon na proclamação da República



Positivista convicto e ativista do movimento contra a Monarquia, o alferes matogrossense Cândido Mariano da Silva Rondon, participa no Rio em 15 de novembro de 1889, da proclamação da República, cujo papel histórico ele relata em seu diário:

Estava cheio o quartel. Chegamos na ocasião em que era arrombada a Arrecadação. Pedi logo um dos revólveres nagan que estavam sendo distribuídos – arma que conservo, com a que me ofereceu Roosevelt, verdadeiras peças de museu.

Benjamim Constant chegou às 2 da madrugada. Conferenciavam os oficiais, entre os quais o Cel. Sólon. Ficou resolvido que se indagasse se a Marinha permitiria a saída da ‘Brigada Estratégica’ e foi, nesse sentido, redigido um ofício ao Alte. Wandenkolk.

Escolheu Benjamin Constant para portadores de tão importante mensagem os dois discípulos em quem mais confiava – os discípulos amados – Fragoso e eu. Seríamos a ligação entre a ‘Brigada Estratégica’ rebelada e os oficiais revoltados da Armada.

As 4 horas partimos em cavalos escolhidos para uma galopada de São Cristóvão ao Clube, no largo do Rossio.

O tropel dos cavalos cortava o silêncio da madrugada, mas prosseguíamos sem obstáculos. Cauteloso, propus, aos sairmos da rua Gen. Pedra para defrontar o Quartel General, que nos mantivéssemos cosidos com a grade do jardim, para não sermos percebidos.

Estava o Quartel General todo iluminado, como que para advertir que o governo vigiava.

Continuamos a cautelosa marcha, quase que sopitando o pisar dos cavalos, para que não ressoasse na calçada, até desembocar na Câmara Municipal.
Ao fazer a curva para ganhar a rua da Constituição o meu cavalo prancheou – mas o vaqueiro mimoseano galopava firme na rédea e o animal que rodara, conseguiu firmar-se.

Seguíamos insensíveis a tudo o que não fosse o pensamento de chegar o mais depressa possível ao largo do Rossio, ao Clube Naval e, quando apeamos estavam nossos cavalos brancos de espuma.

Levávamos a senha. Batemos, uma portinha que nos fora indicada, três pancadas espaçadas. Depois de alguns minutos percebemos que alguém descia. Ouvimos, de dentro, as palavras da senha a que respondemos, repetindo por três vezes a contra-senha, segundo as instruções recebidas. Abriu-se então uma fenda na portinha, por onde introduzimos o ofício. Daí a pouco voltou quem recebera de nós o documento e, repetidas as mesmas formalidades, foi-nos entregue pela fenda o ofício resposta.

O tempo de montar de novo e lá partimos para o convento de Sto. Antonio, onde estava aquartelado o 7º Batalhão de Infantaria, a fim de informar a situação o cap. Ferraz. Já encontramos todos a postos. Depois de lhe falar e de lhe transmitir a mensagem de que éramos portadores, tocamos para São Cristóvão a galope, sem acidente.

O dia despertava. Súbito, tingiu-se o oriente sob uma chuva de ouro, pálida a princípio e depois cada vez mais rubra... e sobre essa cortina surgiria em breve o sol a iluminar um novo dia, a iluminar pela primeira vez a República brasileira.



FONTEEsther de Viveiros, Rondon conta sua vida, Cooperativa Cultural dos Esperantistas, Rio, 1969, página 53.

Fronteiras depois da guerra




Coronel Eneas Galvão, o visconde de Maracaju

Em ofício enviado aos seus superiores, em 14 de novembro de 1874, o coronel de engenheiros Rufino Enéas Gustavo Galvão, representante brasileiro na comissão binacional de demarcação, comunica a conclusão da obra de delimitação da fronteira Brasil-Paraguai:

É com a maior satisfação, comunico ao ministro dos Estrangeiros, que apresento à V. Exa. o exemplar desta ata (a derradeira) e o daquela carta (geral), pertencentes ao Brasil, por comprovarem tão importantes documentos que ficou completamente concluída a demarcação de nossa fronteira com esta República, único trabalho deste gênero realizado até o presente sem interrupção e no curto espaço de vinte e seis meses. A extensão de 190 léguas da fronteira demarcada, está pouco conhecida, 80 de picadas abertas nas serras de Amambaí e Maracaju e nas cabeceiras do Apa para deslindar a questão de Estrela; a custosa navegação daquele rio e a do Alto Paraná, com os riscos que apresenta acima da foz do Iguaçu, podem dar uma ideia da perseverança da comissão e dos trabalhos com que lutou para efetuar esta demarcação.



FONTE: Virgílio Correa Filho, História de Mato Grosso, Fundação Júlio Campos, Várzea Grande, 1994, página 575

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Luis de Albuquerque assume governo de Mato Grosso


Príncipe da Beira, o primeiro forte construído por Luiz de Albuquerque

Após longa jornada, iniciada no Rio de Janeiro a 17 de maio, passando por Minas e Goiás, assume o governo da capitania de Mato Grosso e Cuiabá, em 13 de novembro de 1772, o capitão-general Luis de Albuquerque e Cáceres, “entre todos os seus colegas , quem mais se demorou no governo da capitania fronteiriça, em quadra fecunda, a que imprimiu o cunho da sua notável sagacidade administrativa, de finalidade política”.¹ Foi nomeado governador e capitão-general da capitania de Mato Grosso, por Carta Patente de 3 de julho de 1771, em substituição a Luis Pinto de Sousa Coutinho, visconde de Balsemão. A 4 de outubro de 1772, chegou a Cuiabá, tendo partido em direção a Vila Bela, onde tomou posse perante o Senado da Câmara. Nos 16 anos que administrou Mato Grosso, fez um imenso trabalho visando ao seu desenvolvimento e à consolidação das fronteiras. Organizou o censo da população; instituiu o Tribunal de Justiça; estudou a ligação hidrográfica entre as bacias do Prata e Amazônica; fundou a povoação de Viseu, na margem esquerda do Guaporé, que teve de abandonar por exigência dos espanhóis; fundou a povoação de Albuquerque; ergueu o Forte de Coimbra nas margens do Rio Paraguai; iniciou a construção e efetivamente inaugurou o Forte Príncipe da Beira, nas margens do Rio Guaporé; fundou as povoações de São Pedro del Rey, Vila Maria do Paraguai, e os registros do Jauru e da Insua; promoveu expedições de levantamento de fronteiras, de descoberta de novas minas de ouro, e de explorações de rios navegáveis. Fundou a povoação de Casalvasco em 1785, onde passava longas temporadas. Comprou em Belém do Pará, à sua custa, uma carruagem dourada, que foi a primeira a entrar em Mato Grosso, trazida pelos rios Madeira e Guaporé, e com ela desfilava pelas ruas pacatas de Vila Bela. Luís de Albuquerque deixou Vila Bela a 1º de junho de 1790. Os historiadores são unânimes em afirmar que foi Luís de Albuquerque o melhor e mais operoso capitão-general de MT.²

FONTE: ¹Virgílio Correa Filho, Viagens de Capitães-Generaes, in Revista do IHMT, 1931/32, Cuiabá, 
página 9. ²portalmatogrosso.com.br/


sábado, 11 de novembro de 2017

Governo paraguaio aprisiona governador de Mato Grosso



O governo do marechal Solano Lopes aprisiona em 12 de novembro de 1864, o navio brasileiro Marquês de Olinda, que transportava para Cuiabá o governador nomeado da província de Mato Grosso, coronel Frederico Carneiro de Campos. A agressão foi a senha para a eclosão da guerra do Brasil, Argentina e Uruguai contra a república guarani, que duraria cinco anos, com a derrota do país vizinho. O episódio é narrado pelo historiador Acyr Vaz Guimarães:

Em 12 de novembro de 1864, subia barco brasileiro, pacificamente, as mansas águas do rio Paraguai, rumo à província de Mato Grosso, levando seu futuro presidente – o coronel Frederico Carneiro de Campos, que substituiria o general Albino de Carvalho, quando recebe, inesperadamente, depois de passadas as águas de Assunção, já distante da capital, um tiro de canhão de navio paraguaio, avisando-o de que fizesse alto! O navio – o Marquês de Olinda, da companhia de navegação que servia à linha de Mato Grosso, foi apresado por ordem do presidente López. Foi o primeiro tiro da guerra!¹

O repúdio brasileiro ao ato do governo do país vizinho foi traduzido no editorial de um jornal da corte:

Um atentado selvagem, no intuito de se fazer ao Império um ofensa, acaba de ser consumado pelo governo da república do Paraguai.

Confirma-se a notícia do arrestamento do vapor Marquez de Olinda nas águas de Assunção e do aprisionamento do presidente nomeado para a província de Mato Grosso, o sr. deputado Frederico Carneiro de Campos.

Ainda bem! Por mais selvagem que seja esse ataque imprevisto e covarde, por mais ignominioso que seja esse atentado de pirataria contra um vapor mercante, que sulca as águas do Paraguai na fé de tratados solenes, por mais injustificável que seja essa ofensa ao direito das gentes e à soberania de uma nação, a quem deve o Paraguai a sua independência e nacionalidade, folgamos de que a ocasião se ofereça para que o governo imperial, por um ato de virilidade, restaure no Rio da Prata o prestígio das armas do Império, a honra nacional ali constantemente ultrajada.

A nova situação criada pela agressão inesperada e brutal por parte de um governo que não tem da jurisprudência internacional e da civilização moderna, senão noções imperfeitas e notícias remotas, impõe ao país e ao governo árduos sacrifícios, pesados deveres.

No estado a que chegaram as coisas, um só caminho se oferece ao governo para desafrontar a dignidade do império de tamanha injúria e esse caminho é o da Assunção.

É necessário que dentro de pouco tempo todo o país saiba, ou que se nos deram satisfações cabais, solenes e garantias de paz e segurança futura, ou que, no caso contrário, a capital dessa república foi arrasada pela nossa esquadra.

Não há meio termo. Nada tem que fazer a diplomacia com um governo de ordem semelhante. Não temos que debater um pleito com uma nação civilizada, mas simplesmente limpar a estrada fluvial de Mato Grosso de alguns salteadores, emboscados nas florestas.

A ocasião é azada. Não a buscamos nem a desejáramos. Mas somos agredidos e temos o dever de reagir.

Energia, atividade, firmeza e resolução é o que pedimos e é o que esperamos do governo. Não há divergências políticas, nem questões internas relativas à administração que possam prevalecer em face de tais emergências. E assim como nós não duvidamos do patriotismo do governo, não duvida o governo do patriotismo dos brasileiros.

De que pode o governo carecer para abrir uma campanha gloriosa, elevando o nome e a dignidade do Brasil à altura, que deve sempre conservar?

De dinheiro? Tê-lo-há. De soldados? Te-los-há também. 

Se a França, segundo o dito de um estadista célebre, era bastante rica para pagar a sua glória, o Brasil é também bastante rico para resgatar a sua honra e salvar os destinos do Império e o crédito de seu nome de um abismo de vergonha.

À hora em que escrevemos deve estar resolvida a questão oriental. Tomado o Cerro Largo, tomado o Salto, tomado Paisandu, como a esta hora o deverá estar, qualquer que seja a posição ulterior das nossas armas no solo da República Oriental, é mais que provável que um governo menos bárbaro tenha substituído ao atual governo de Montevideo, e que a capital da república seja conservada em poder do general Flores.

Do governo argentino não temos que esperar traição ou fraqueza, enquanto o espírito profundamente nacional e profundamente liberal dessa república, seja alentado por um governo ilustrado e americano como o do general Mitre e por uma imprensa ardente e patriótica como a de Buenos Aires.

O que convém é que o governo assuma neste negócio uma atitude digna e enérgica. Para auxiliá-lo na árdua missão que os acontecimentos lhe incumbem, pode contar com o apoio de todos os brasileiros. Não cremos que haja um só cidadão, que em circunstâncias tais, lhe recuse o seu concurso desiteressado.

Na hora do sacrifício como não há divergências nem repugnâncias que creem obstáculos à marcha livre e desembaraçada do governo.

E quando sucessos imprevistos e deploráveis colocam em suas mãos a honra e o futuro da nação, fora fazer injúria ao caracter brasileiro supor que alguém se mostre indiferente à sorte dos nossos bravos concidadãos, que a esta hora derramam nobremente o seu sangue e arriscam a vida em terra estrangeira para defender a segurança e a dignidade do Império.

Pela nossa parte, confiamos no patriotismo do governo e esperamos que ele se mostrará digno depositário do penhor valioso que a nação lhe entrega.

Não há que duvidar do resultado da luta. Por esse lado pode o espírito público tranquilizar-se, porque em última análise o triunfo nos caberá. Cumpre, porém, que todos os cidadãos, unidos em um só pensamento, prestem ao governo todo o auxílio e coadjuvação.²

Tendo permanecido prisioneiro do inimigo, o governador nomeado de Mato Grosso, Frederico de Campos, vítima de tortura e maus tratos, faleceu, no início da guerra, no presídio de Paso Pocu.


FONTE: ¹Acyr Guimarães, Mato Grosso do Sul, sua evolução histórica, Editora UCDB, Campo Grande, 1999, página 134. ²Diário do Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1864.

IMAGEM:vapor Marquez de Olinda, acervo Marinha do Brasil.



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Morre Generoso Ponce





Aos 58 anos falece no Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1911, no exercício do mandato de deputado federal, Generoso Ponce, o político de maior influência e prestígio em Mato Grosso nas três primeiras décadas da República. Nasceu em Cuiabá e começou a militar na política, ainda no Império, como membro do partido liberal. Com a proclamação da República, aderiu ao novo regime, elegendo-se deputado constituinte e vice-presidente do Estado, no governo de Manoel Murtinho.

Em 1892 chefiou a contra-revolução aos seguidores do general Antônio Maria Coelho, devolvendo o governo a Manoel Murtinho, deposto num golpe militar, chefiado pelo coronel Barbosa, de Corumbá.

Em 1894 elege-se senador, cargo que ocupou até 1902. Em 1906 comandou, a partir de Corumbá, onde estava residindo e estabelecido como comerciante, a rebelião que derrubou Totó Paes do governo. Em 1907 assume a presidência do Estado, quando por motivo de doença, renunciou em favor de seu primeiro-vice, Pedro Celestino Correa da Costa, sendo eleito deputado federal. 



FONTE: Estevão de Mendonça, Datas Matogrossenses, (2ª edição) Governo de Mato Grosso, Cuiabá, 1973, 245

Força brasileira deixa Uberaba

4 de setembro de 1865 Para dar combate ao Paraguai, cujas forças em dezembro de 1864 invadiram o Sul de Mato Grosso, paulistas e min...